Compartilhado por: @pedroxluis72 em Jan 26, 2017 @ 20:54

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Muita gente querendo saber minha posição sobre a "Cidade Linda".
Digo, plagiando um rap, que vai ser preciso muito mais que um prefeito pra me fazer recuar.
Tem muitos alegando que a "guerra" é contra o pichador.
Vai lá na República e vê se isso corresponde?
Meu graffiti estava lá intacto e sem picho. Se enquadrava na lei, mas para os "curadores" assalariados, mal pagos e sem cultura o meu virou cinza.
Você acha que estou desapontado?
Sim.
Porém melhor assim do que ter minha obra preservada por um ditador, que tal como Hitler, decide quem sobrevive sendo escravo e quem vai pra câmara de gás.
Muitos dizem que não, mas em 2018 fazem 30 anos pintando. Poucos são os registros, pois era necessário escolher entre comprar material ou tirar fotos. Ambos eram caros.
Se a briga dele é contra pichador...coitado do gestor!
Já são 45, 50 e tantos anos de protestos.
É como socar ponta de faca.
Até o final da década de 90 o graffiti tinha o mesmo valor, as mesmas restrições e até o artigo criminal o mesmo.
Um dia o poder público e doutores em artes acharam que o graffiti seria o libertador e salvador da sociedade.
"Enfim,conseguimos algo pra acabar com a pichação! Pagamos uns grafitadores e eles fazem suas grafitagens acabando com tudo isso"
Era oficina aqui.
Concurso ali.
Festival lá.
Encontro.
Só tinha restrições. Precisava passar pela "curadoria" de alguém.
Graffiti se ninguém sabe pode ser definido como a forma de expressão ou pensamento através de artes e o que faz uma pessoa igual a mim ser um curador de algo independente?
Muitos deles não sabem nem a história.
Hoje muitos entendem a causa, se é que posso chamar assim, mas muitos oferecem seus muros como se tivessem fazendo um favor e exigem que tenha um Cebolinha na parede,pois sai mais barato se o Pedrox fizer. Se for analisar, essa atitude é como pintar tudo de cinza.
Não vou parar e nem recuar.
Primeiro graffiti do ano... não iria postar, mas achei importante uma vez que a luta continua e vamos ver quem tem mais tinta.
Daqui pra dezembro tem chão e um graffiti bem próximo de você...
Pedrox Luis
#StreetArtSP
Avenida Baruel, 646, São Paulo, Casa Verde, SP

Muita gente querendo saber minha posição sobre a “Cidade Linda”.
Digo, plagiando um rap, que vai ser preciso muito mais que um prefeito pra me fazer recuar.
Tem muitos alegando que a “guerra” é contra o pichador.
Vai lá na República e vê se isso corresponde?
Meu graffiti estava lá intacto e sem picho. Se enquadrava na lei, mas para os “curadores” assalariados, mal pagos e sem cultura o meu virou cinza.
Você acha que estou desapontado?
Sim.
Porém melhor assim do que ter minha obra preservada por um ditador, que tal como Hitler, decide quem sobrevive sendo escravo e quem vai pra câmara de gás.
Muitos dizem que não, mas em 2018 fazem 30 anos pintando. Poucos são os registros, pois era necessário escolher entre comprar material ou tirar fotos. Ambos eram caros.
Se a briga dele é contra pichador…coitado do gestor!
Já são 45, 50 e tantos anos de protestos.
É como socar ponta de faca.
Até o final da década de 90 o graffiti tinha o mesmo valor, as mesmas restrições e até o artigo criminal o mesmo.
Um dia o poder público e doutores em artes acharam que o graffiti seria o libertador e salvador da sociedade.
“Enfim,conseguimos algo pra acabar com a pichação! Pagamos uns grafitadores e eles fazem suas grafitagens acabando com tudo isso”
Era oficina aqui.
Concurso ali.
Festival lá.
Encontro.
Só tinha restrições. Precisava passar pela “curadoria” de alguém.
Graffiti se ninguém sabe pode ser definido como a forma de expressão ou pensamento através de artes e o que faz uma pessoa igual a mim ser um curador de algo independente?
Muitos deles não sabem nem a história.
Hoje muitos entendem a causa, se é que posso chamar assim, mas muitos oferecem seus muros como se tivessem fazendo um favor e exigem que tenha um Cebolinha na parede,pois sai mais barato se o Pedrox fizer. Se for analisar, essa atitude é como pintar tudo de cinza.
Não vou parar e nem recuar.
Primeiro graffiti do ano… não iria postar, mas achei importante uma vez que a luta continua e vamos ver quem tem mais tinta.
Daqui pra dezembro tem chão e um graffiti bem próximo de você…
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